Com pompa e protestos, veja como será a posse de Dilma

O cerimonial de posse da presidente Dilma Rousseff deve ser marcado pela presença de autoridades, movimentos e protestos. Após uma eleição acirrada, embate com o Congresso e uma  dieta rigorosa, Dilma volta a subir a rampa do Planalto.
O evento está programado para começar às 14h40, com a chegada da presidente à Catedral Metropolitana de Brasília, seguido pelo desfile com o Rolls Royce presidencial.
Às 15 horas acontecerá a cerimônia de compromisso constitucional no Congresso. Logo em seguida, Dilma Rousseff sobe a rampa do Palácio do Planalto e fará um discurso ao público no Parlatório.
Após o pronunciamento, Dilma receberá os cumprimentos das autoridades estrangeiras no salão leste do Palácio. Ao todo, 44 representantes de nações estarão presentes no Planalto.
Às 17h30, a presidente fará a nomeação dos ministros no salão nobre e participará da fotografia oficial do novo governo no salão oeste. O último evento da posse será a recepção dos convidados no Palácio do Itamaraty, às 18h30.
Veja o roteiro da posse: 
Protestos
A expectativa é que protestos tomem as ruas de cinco capitais durante a cerimônia. Os movimentos Brasil Livre e Vem pra Rua agendaram manifestações para as cidades de São Paulo,  Rio de Janeiro,  Brasília, Maceió e Florianópolis.
Por meio de doações de manifestantes, os grupos terão um avião no Rio de Janeiro e um balão em Florianópolis com críticas ao governo e esquema de corrupção na Petrobras. 
Para impedir ações que atrapalhem o cerimonial de posse, 4 mil militares e mais 3,6 mil agentes da polícia estarão envolvidos na segurança do evento. 
Diante da possibilidade de protestos no dia da cerimônia, o Partido dos Trabalhadores (PT) capitaneou uma campanha de apoio à presidente com um site e aplicativos dedicadas ao evento. No Facebook, o evento da posse da presidente conta com mais de 58 mil confirmados.
A festa contará com apresentações musiciais - entre elas, a cantora Alcione. Procurados por EXAME.com, o partido e o governo não divulgaram o custo do evento. 
Quem irá comparecer 

Entre os presentes confirmados estão o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden; o vice-presidente da China, Li Yuan Chao; e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon.

Cinco presidentes latino-americanos também estarão na posse de Dilma. José Mujica, presidente do Uruguai, Michelle Bachelet, do Chile, Nicolás Maduro da Venezuela e o líder paraguaio Horácio Cartes estarão em Brasília do dia 1º. 
A Colômbia será representada pelo vice-presidente Angelino Garzón e a Argentina pelo vice-presidente Amado Boudou, após a lesão da presidente Cristina Kirchner.
Os vice-presidentes de Cuba, Miguel Díaz-Canel; Equador, Jorge Glas; El Salvador, Oscar Samuel Ortiz; e Nicarágua, Moisés Omar Halleslevens, também confirmaram presença. O secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, completa a lista de latino-americanos.
Da Europa virão o vice-chefe de governo da Rússia, Alexander Torshin, o vice-primeiro ministro de Portugal, Paulo Portas, e o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven. Integra a lista dos convidados estrangeiros a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo e o chefe Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano.
Padrinho político de Dilma e ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva também irá a Brasília para participar do cerimonial.


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