E a saga continua,mais um capítulo registrado pela á nossa reportagem,da senhora Mª Geruza







Nesta sexta-feira dia 27/02/15,nossa reportagem se deslocou até a comunidade unha de gato,município de Juazeirinho á convite da senhora, Mª Geruza,mãe de dois alunos,uma adolescente de 13(treze anos de idade)e uma criança de apenas 2(dois anos e seis meses)que mesmo residindo no município de Juazeirinho,optaram em estudar em uma escola pertencente ao município de Assunção.

Segundo ela nos convidou para observarmos o percurso/distância e situação da estrada que dá acesso á sua residência.

Em nossa visita ao domicílio da mesma,verificamos que a estrada que segue até a casa, é de uma acessibilidade normal sem nenhum problema que possa impedir o acesso de nenhum tipo de veículo,ou seja,o problema não é a condição da estrada que impede a ida do veículo escolar até á residencia da mesma.

Como foi relatado em matérias anteriores sobre este caso,quando naquela oportunidade ouviu-se á reivindicação da cidadã Geruza e automaticamente á versão do então secretário de transportes do município de Assunção Wamberto Oliveira em relação ao caso,onde ele (Betinho),frisou que todos os moradores pais de alunos daquela comunidade estariam cientes do percurso do  veículo escolar,e que não deslocaria o ônibus escolar até a residência dos alunos filhos de dona Geruza,em virtude que supostamente poderia atrapalhar o horário escolar dos demais alunos,no caso alunos dos sítios barra e catolé.

Wamberto acrescentou que no momento não há possibilidades de solucionar o problema e sabendo da realidade, D.Geruza preocupada com os estudos de ambos os filhos,no momento está pagando á um mototáxi,para fazer o percurso Unha de Gato/Assunção com á sua filha ,já o menino de 2 anos e meio,não tem como frequentar a sala de aula pois segundo á mãe da criança é muito perigoso fazer o transporte em uma motocicleta frisou,indignada com á situação.

E que segundo ela,outros alunos que moram naquela comunidade a qual petence a Juazeirinho,estão sendo beneficiados com o veículo escolar,e porque não meus filhos? Indagou.Não estou pedindo nenhum favor,apenas reivindicando meus direitos de cidadã.


"Será que a única solução, é termos que sair do campo onde obtemos nossa sobrevivência,para morar na cidade?",comentou D.Geruza.


Redação

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