PRESTÍGIO: após projeto de Deca do Atacadão naufragar, Sertão paraibano ganha Senador da República



O Sertão da Paraíba aguarda com expectativa o trâmite burocrático no Senado Federal para ver um filho ocupar a cadeira de senador, que será deixada nos próximos dias por Vital do Rêgo Filho (PMDB) alçado ao posto de Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), uma vez que o senador campinense já foi indicado pelo Senado Federal ao posto tão cobiçado, inclusive tendo participado de sabatina nesta terça,2.


Tudo por que, uma pessoa em especial aguarda a concretização da articulação política: o primeiro suplente de senador o empresário Raimundo Lira que já ocupou a cadeira entre 86 e 94 e agora voltará a representar a Paraíba pelos próximos quatro anos.


Natural do distrito de Boqueirão de Piranhas, município de Cajazeiras, Lira pode enfim representar a região que perde um representante Cícero Lucena, que não disputou a reeleição, é natural de São José de Piranhas. O Sertão bateu literalmente na trave do Senado, pois por muito pouco não viu o empresário Deca do Atacadão assumir o mandato, planos frustrados com a não eleição de Cássio Cunha Lima (PSDB) ao Governo da Paraíba.


Lira é um dos homens mais ricos da Paraíba, fez uma carreira de sucesso no ramo empresarial e agora vê o boton de senador cada vez mais próximo do seu paletó.


Entendedor de que o momento é de ficar em silêncio aguardando as articulações, Raimundo Lira sabe que a cadeira chegou a escapar por entre os dedos, pois Vital chegou até a recusar o Ministério do Turismo, frustrando seus projetos, hoje faltam poucos trâmites. Como bom estrategista Raimundo Lira se agarra a uma máxima de Santo Agostinho: “A paciência é companheira da sabedoria!”


EXPECTATIVA: Por unanimidade, a CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou nesta terça-feira (2) a indicação do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) para a vaga de ministro do TCU (Tribunal de Contas da União). Indicado ao cargo pelo PMDB, Vital tem o apoio de partidos aliados do governo e da oposição para assumir a vaga aberta com a aposentadoria do ex-ministro José Jorge, que deixou o tribunal em novembro.


O nome de Vital ainda precisa ser aprovada pelos plenários do Senado e da Câmara, para que o peemedebista se torne ministro efetivamente. Se for confirmado para a vaga, Vital poderá ficar 19 anos na corte, até completar 70 anos. O TCU é composto por nove ministros, sendo três indicados pela Câmara, três pelo Senado e três pelo presidente da República. A vaga de Vital é do Senado.


O peemedebista é presidente da CCJ (Comissão de Constituição) do Senado. Já foi deputado federal, vereador e deputado estadual na Paraíba. É advogado e médico.


PB AGORA

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