Expectativa de vida na Paraíba cresce acima da média nacional Nos últimos 33 anos, expectativa passou de 57 para 72,3 anos. Estado teve o terceiro maior aumento do país, ficando atrás do Rio Grande do Norte e Pernambuco.



A expectativa de vida dos paraibanos subiu acima da média nacional. Em 33 anos – entre 1980 e 2013 – o estado aumentou sua esperança de vida de 57 para 72,3 anos, um crescimento de 15,3 anos. No país, o crescimento da expectativa de vida foi de 12,4 anos. Os dados são da 'Tábua de Mortalidade', divulgada nesta segunda-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números divulgados pela pesquisa ainda colocam a Paraíba em terceiro lugar no quesito crescimento da esperança de vida quando comparados dados de todas as unidades da federação. O Estado, que apresentou um crescimento de 15,3 anos na expectativa de vida, ficou atrás apenas do Rio Grande do Norte, 16,8 anos, e de Pernambuco, 15,9 anos.

De acordo com dados do IBGE, em 1980 o paraibano vivia, em média, 57 anos. Nesta época, os homens viviam 54,1 anos, em média, enquanto as mulheres viviam 59,9 anos. Em 2013, esse número subiu para 68,4 anos para os homens e 76,2 anos para as mulheres.

Conforme o supervisor de disseminação de informações do IBGE na Paraíba, Jorge Alves, os índices trazidos pela 'Tábua de Mortalidade' trazem destaque para a Paraíba e demais Estados do Nordeste em conjunto com diversos outros fatores, dentre eles uma maior abrangência de políticas públicas. “Esse estudo confirma o que vem acontecendo com a maioria dos indicadores sociais. Antes se observava uma grande diferença entre as regiões. Isso não quer dizer que as demais regiões do país não estão crescendo, mas sim que melhorias têm acontecido com maior intensidade em regiões em que esses indicadores não eram tão bons, o que tem tornado a aproximação cada vez maior desses indicadores entre essas regiões”, comentou.

Expectativa
As tábuas de mortalidade são provenientes da projeção oficial da população do Brasil para o período 2000 – 2060. Esses dados, além de permitir que se conheçam os níveis e padrões de mortalidade da população brasileira, são utilizados pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros na determinação do fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias dos trabalhadores que estão sob o Regime Geral de Previdência Social.

jornal da pb

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