Ricardo deu uma surra em Cássio Cunha Lima e ele não aceita a derrota e não reconhece os méritos do vencedor

Cássio, derrotado nas urnas, recorre ao tapetão

A pergunta que faço é: mesmo que o governador Ricardo Coutinho tenha nomeado codificados no período eleitoral, e isso a gente admite apenas para poder argumentar, poderia esse povo mudar a maioria de 150 mil votos que ele obteve sobre o seu principal concorrente?
Claro que não vou entrar no mérito da Aije interposta hoje pelo Ministério Público Eleitoral para tentar barrar a diplomação do governador, porque não a vi, não peguei no papel e tampouco tomei ciência dos argumentos utilizados pelo senhor procurador para justificar sua iniciativa.
Porém eu tenho o direito de expressar meu pensamento e disso não abro mão.
E o que penso é exatamente isso: grupos tidos e havidos como imbatíveis na política da Paraíba não aceitam a derrota para um ex menino pobre de Jaguaribe, sem tradição política, que começou a trabalhar ainda menino vendendo leite nas portas do seu bairro para poder estudar e que, por méritos unicamente seus, se elegeu vereador, deputado, prefeito e governador, realizando, ainda de quebra, a façanha de dar uma surra no até então imbatível senador Cássio Cunha Lima.
Essas Aijes são a expressão do inconformismo, o espernear do moribundo que, mesmo com a vela na mão, teima em não morrer, o desespero de quem não aceita a derrota e não reconhece os méritos do vencedor.
E pensar que Cássio, não faz trinta dias, jurou para os jornalistas que não recorreria ao tapetão para tentar derrubar Ricardo.
A falta de palavra é uma coisa muito ruim para quem se propõe a ser um líder político.

polêmica pb

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