DOIS CÁSSIO: Em Brasília eclode e se projeta o estadista. Na Paraíba o paroquialismo lhe confina

Na edição do Jornal da Paraíba, o colunista Arimatéa Souza estabelece um paralelo entre o senador Cássio Cunha Lima atuando na política paraibana e na tribuna do Senado, como líder do PSDB.
O senador Cássio catalisou, ontem, na privilegiada tribuna do Senado, a essência da perplexidade que toma conta de boa parte do País, que mergulha numa crise sem precedentes em termos recentes, fruto de um coquetel perverso de degeneração moral no governo central; derrocada econômica e deterioração do ambiente político.
E o fez com as tintas partidárias apropriadas às lentes oposicionistas, mas circunscrito ao ringue democrático, onde o debate deve prevalecer, mesmo que impere a gravidade do conteúdo enfocado. É o império da palavra instrumentalizando a força do convencimento.
A sensação – à distância – é que o estadismo do senador paraibano eclode e se projeta à medida que ele se afasta do solo telúrico, como se o paroquialismo político podasse as asas da oratória latente e confinasse os temas e atitudes aos limites da miopia eleitoral.
Como ilustrava poeticamente o inesquecível escritor Rubem Alves, “pérolas são produtos da dor”.


Polêmica PB

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